MÉDIUM X MEDIUNIDADE

MÉDIUM X MEDIUNIDADE

JÁ SEI INCORPORAR

MAS SÓ ISSO NÃO TE FARÁ MÉDIUM!

É impressionante a quantidade de umbandistas que te oferecem curso para incorporação, como se fosse liquidação de final de ano. As oportunidades são inúmeras… Desenvolvimento em curto prazo de tempo, conheça bem suas entidades, desenvolva uma liberdade espiritual, seja um Médium pleno … etc. A banalização está tão grande, que incorporar se tornou quase a mesma coisa que um cursinho de férias.

SOMENTE INCORPORAR É FÁCIL. SER MÉDIUM É MUITO MAIS COMPLEXO!

Quanto mais prática e experiência de mediunidade você vai desenvolvendo, menos necessidade de incorporar você terá!

Isso é muito fácil de explicar:

A incorporação é um processo de grupo, que tem um princípio de começo, meio e fim dentro de um ritual de abertura e fechamento. Ela não deixa o médium mais forte, muito pelo contrário, o médium com a mente firme e o propósito muito bem traçado, não precisa nem incorporar para fazer as suas funções, Ele saberá simplesmente o que fazer, pois o guia está ao lado, sem precisar incorporar. O guia quer que você não seja dependente dele.

CLARO QUE ISSO LEVA TEMPO!

Mas se baseie pelas pessoas mais experientes da religião. Quanto mais tempo de umbanda e prática ela tem, mais domínio do seu Ori A(coroa) ela terá, sem precisar incorporar, mas sim APENAS sintonizando a entidade com o seu mental. Aliás, esperamos que esse seja o futuro da Umbanda! Veja por exemplo que, a mediunidade de incorporação, já mudou demais de algumas décadas para cá. Antigamente os médiuns eram tomados e apagavam com seus guias e hoje a imensa e tremenda maioria é totalmente consciente do que faz, salvo raras exceções.

FOQUE EM SER MÉDIUM E NÃO APENAS UM MÉDIUM DE INCORPORAÇÃO!

E existe muita diferença entre ser médium e apenas uma pessoa preocupada em incorporar. O médium tem consciência do todo, sabe que é importante incorporado ou não dentro da gira, sabe que seu mental precisa ficar alerto, tanto incorporado e principalmente desincorporado. O médium pleno pensa no grupo e não apenas no seu ego em querer “receber” uma entidade. Ele está lá pela Umbanda e não pelo desejo simplório de querer incorporar.

Estudos de Mãe Bia. 

Axé.

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