Ser Umbandista hoje não é para amadores.
“O povo precisa passar para ver o que é ser Umbandista hoje.”
Muitas vezes, o silêncio e a falta de apoio dos órgãos públicos tentam nos tornar invisíveis. A intolerância, por vezes, se manifesta na ausência. Mas a nossa zeladora, Mãe Bia, nos ensina uma lição de estratégia e axé: não é qualquer briga que devemos enfrentar.
Nossa maior resistência não é o grito, é a nossa existência.
É o atabaque que não para de bater, é o passe que continua curando e a caridade que nunca fecha as portas.
Ser Umbandista no Pena Verde é entender que nossa força vem da raiz e não de aplausos externos.
Se eles não dão o apoio, nós damos o exemplo. Ocupamos a cidade com nosso branco, nossa fé e nosso respeito.
Quem passa, vê. Quem vê, sente. E quem sente, sabe que o Axé é imparável.
Axé, Florianópolis!
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